quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Chave.


Uma casa quase abandonada, gelo, uma criança chorando no berço.
Entre um ambiente e outro movimento lento, gelo, frio, nada de sol.
Comida, uns comem, outros servem, apoio na parede escura.
Distantes sussurros, visão apagada sem sinal de luz.
Para o lado o encontro com portas decoradas.
Comemoração de nascimento, a criança chora.
Lágrimas, pequenos fragmentos de luz.
No alto uma nuvem, fuga apoiando com carinho, receber.
Com seda envolver a criança, cores, luz quando para de chorar.
A cura é comida, água, amor.
Mais movimento, caixas com laços, sem muito valor.

Um abraço apertado, grande valor, olhos fechados sentindo cada som do coração.
Comida se define em meio de ser e o que ser, para onde vai.
Pequetita, escondida apoiada em parede escura.
Lugar sem portas e janelas, natureza, pássaros voam, como magia.
Fenômeno, imagens criadas, curiosidades sábias.
Tempo parado fogo dobrado, dor no peito, amor sem fim.

Um comentário:

Mateus Luciano disse...

sentimentos passados,horas sem tempo ,manhas sem sol .... me parece sem tempo.
sem viver ,sem notar o obtuso obito
do seu ser ,insignificante sem boa hora ,sem louvor de ser ,sem paciência ,sem ser.
poucas horas separam ;
a consciencia da inconsciencia manha sem sol ,final